Próximas actividades na Casa da Horta
A CASA DA HORTA está encerrada o mês de Agosto. Reabrimos dia 3 de Setembro!
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ACTIVIDADES FIXAS (para Setembro):
Jam Sessions - todas as terças-feiras a partir das 21h45m – info aqui
Aulas de Musica Tradicional – por marcação – info aqui
Hora do Ponto – todas as quintas-feiras a partir das 17h – info aqui
Noite da Francesinha Vegetariana – todas as sextas-feiras, a partir das 20h
Tarde de Fado vadio - Últimas sextas-feiras de cada mês a partir das 16:30h - info aqui
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A newsletter de Julho/Agosto já está disponivel aqui
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Relatorio Educação Ambiental na Casa da Horta
No dia 28 de Julho o grupo de educação ambiental da Casa da Horta recebeu 10 crianças do Centro Social Paroquial de São Nicolau. Este dia foi programado depois um primeiro encontro que aconteceu no Centro Social no dia 21 de Julho. Nesse dia apresentamos a Casa da Horta, fizemos uma introdução sobre a cozinha vegetariana e um jogo sobre o ambiente.
Desta vez foi tempo de praticar que pode ser o melhor método para aprender. Fizemos dois grupos para fazer seitan e um bolo de côco. Apesar de alguns estarem um pouco cépticos no inicio quando estavam a preparar seitan todos gostaram do resultado final: uma saudável sandes de seitan. O bolo foi um autêntico êxito também. Claro normalmente não e um problema para as crianças aprovarem um bolo. Pode não ser esse o caso quando trata se de aprovar um novo prato como o seitan. Mas no fim da sessão todos desejaram a receita do bolo e do seitan também.
Obrigado mas uma vez no Centro Social Paroquial de São Nicolau.
HORTÍCIAS notícias da CASA da HORTA Julho e Agosto de 2010
HORTÍCIAS
notícias da CASA da HORTA
Julho e Agosto de 2010
Já está disponível a mais fresquinha colheita da Casa da Horta, o “Hortícias” de 07Julho – 08 Agosto.
disponível em:
Hortícias 2010 07Julho – 08 Agosto
EDITORIAL
Esta edição das “Hortícias” é muito especial pois é a primeira edição “dois em um”, ou seja, uma verão que “compacta” dois meses de actividades em um só boletim. São várias as circunstâncias logísticas que o explicam mas nenhuma delas se prende com alguma diminuição no volume de actividades.
Estamos a chegar a Agosto e, de certa forma, a Casa da Horta estará de férias. Pelo menos no que diz respeito à abertura ao público. Irão, contudo, decorrer algumas actividades que irão permitir, mesmo em Agosto, manter a “nossa hortinha” muito bem regada e cuidada.
A 15 de Julho tivemos na Casa da Horta a apresentação do livro Ecoaldeias – Novas Fronteiras para a Sustentabilidade que se seguiu de um debate de enorme interesse e pertinência para aquilo que é a própria actividade e filosofia da Casa da Horta. Juntar pessoas, vontades e sonhos num propósito comum de transformação social e ecológica não será certamente um desafio fácil. Mas é precisamente esse desafio que se coloca diariamente “na horta”. Há estações em que as colheitas são mais modestas, há meses em que as colheitas são mais generosas, mas de uma forma ou de outra a horta vai produzindo os seus saudáveis legumes. De uma forma ou de outra, através da nossa experiência prática do dia a dia, também nós vamos aprendendo a resolver problemas, a enfrentar dificuldades e encontrar soluções criativas, também nós vamos criando, fazendo crescer, e alimentando este sonho comum de uma Casa da Horta plantada no meio da cidade. Também nós vamos mostrando como um outro mundo, uma outra forma de ver as coisas (uma forma mais humana, solidária e ecológica) é perfeitamente possível.
A Casa da Horta não é propriamente um Eco-Aldeia, mas é já em certa medida uma pequena comunidade de gentes e esforços. De vontades e esforços para construir uma nova sociedade alicerçada nos valores que queremos realmente valorizar e seguir. Valores muito para além do valor do dinheiro, do valor do telemóvel mais recente ou do valor de um determinado estatuto social. De uma valor muito para além do “fato de marca”, da gravata de marca, que em pleno Verão outra coisa não faz do que sufocar, apertar, formatar.
A Casa da Horta é um projecto/espaço para pessoas autênticas, valores autênticos e princípios verdadeiros. E é isso que a Casa da Horta, mais que tudo, e antes de tudo, pretende ser: Ela própria. Vamos para um merecido descanso estival mas voltamos já. Até já!!
Todo o boletim em:
HORTA DANINHA – APITA o COMBOIO
Contra o discurso derrotista do Portugal “atrasado” e subdesenvolvido, nomeadamente face aos países mais desenvolvidos da Europa, a Horta Daninha vem por este meio demonstrar a sua admiração pela política exemplar desenvolvida nas mais recentes décadas pelos sucessivos governos e entidades públicas responsáveis pela nossa política de transportes. Em pouco mais de 20 anos Portugal tornou-se num dos países da Europa com maior quantidade de auto-estradas por km2. Se houve alguma coisa em que nos tornamos pródigos foi, sem dúvida, na plantação de asfalto.
Ao mesmo tempo o transporte ferroviário, sem dúvida o mais ecológico e socialmente justo, tem vindo a ser praticamente aniquilado e desprezado.
Para quem gostar de números aqui ficam alguns dados bem interessantes:
(1) Num espaço de cerca de 30 anos, foram encerrados definitivamente 724 kms de linhas férreas, maioritariamente nas regiões de Trás-os-Montes e Alto Douro, Entre-Douro e Minho, e Alentejo.
Evolução da extensão Rede Ferroviária Portuguesa ao longo dos últimos 100 anos:
1910 – 2898 Km
1974 – 3563 Km
2006 – 2839 Km
Ou seja, em cerca de 30 anos, conseguiram fazer-nos recuar quase um século, genial!!
Aquilo que poderia ser visto como uma política de transportes completamente estúpida e do ponto de vista ecológico e social desastrosa, já para não dizer criminosa, revela dos senhores políticos, decisores e técnicos uma visão reveladora de uma inteligência praticamente sobre-natural, ao mesmo tempo uma sensibilidade social arrebatadora: os comboios por permitirem transportar tantas pessoas diferentes no mesmo veículo, ainda que com acutilantes proveitos em termos económicos e ecológicos, são, na realidade, um potencial foco de contaminação infecto-contagiosa. Facto especialmente sério se consideramos que normalmente as populações servidas pela maior parte das linhas de transporte encerradas são uma população idosa e por isso mais vulnerável.
Já os jovens, enfim, têm mais é que emigrar para terras com uma boa “mobida” nocturna ou então alistar-se nos comandos, sonho de qualquer jovem “da aldeia”. Qual desenvolvimento rural, qual quê?
Então se mantivermos os “velhinhos” sem poder sair das suas aldeias, ou só com o recurso ao transporte automóvel individual (e logo aqui temos uma espécie de selecção natural de indivíduos, pois para ter carro há que fazer por isso e gostar de facto de carros), não só se está a impedir o alastramento de doenças potencialmente perigosas como também se estará a evitar uma outra doença que se encontra ainda em fase de estudo, mas cujos efeitos não podem de forma alguma ser sobrestimados, e que se designa de SVCE – “Sindrome d o viajante de comboio enjoado”. Por isso o fecho das linhas férreas, a destruição de toda e qualquer forma de mobilidade ferroviária, revela uma astúcia política ímpar, naquilo que é, na realidade, uma importantíssima medida de prevenção higieno-sanitária. Mais do que um claro favorecimento aos lobbies do alcatrão e do automóvel o que está em causa é um abnegado espírito de solidariedade social. Obrigado a tod@s esses geniais “boys”.
(1) Blog “Bragaporto40minutos”
http://bragaporto40minutos.blogspot.com/2009/04/factos-sobre-rede-ferroviaria.html
Biblioteca da horta: livro+video da semana
Estas são as propostas da Biblioteca da horta para a semana. Requisitem já livros e vídeos, vamos estar fechados todo Agosto!
Livro da semana: Riane Eisler/O cálice e a espada
O cálice e a espada, lê-se na presentação do livro, é considerado pelo antropólogo da Universidade de Princeton Ashley Montague um dos livros mais importantes na história da humanidade após Origem das Espécies de Charles Darwin. No momento em que se começa a lê-lo, entende-se porquê. Como o ensaio de Darwin, o livro da Eisler desmonta a anterior maneira de ver a essência do ser humano e a sua evolução.
Crescemos com a ideia que o ser humano é naturalmente violento e egoísta, e mesmo tendo evoluído conserva dentro de si mesmo esse lado feroz.
O livro de Riane Eisler, partindo de estudos antropológicos e estudos arqueológicos, propõe uma interpretação diferente da evolução e história humana como até agora a imaginamos.
A autora concentra-se sobretudo nos estudos das civilizações do Neolítico, e mostra como esta época se baseou na parceria e na ajuda mútua, na ausência de hierarquias e na substancial igualdade entre homem e mulher. Isso parece evidente no culto da Deusa mãe e nos valores que este implica: solidariedade, criatividade e harmonia com a natureza. Uma sociedade baseada em valores totalmente diferentes dos actuais, que derivariam das posteriores invasões de povos nómadas arianos e indo-europeus, cuja divindade era um Deus guerreiro e destruidor e cuja sociedade era caracterizada por um modelo social hierárquico e dominador. A actual civilização ocidental seria construída sobre este modelo social. Em poucas palavras, o actual sistema violento e sexista que rege o mundo não é inato, e a ordem mundial poderia ser governada por modelos culturais diferentes.
Se tudo isso ainda não fosse suficiente para dar um pouco de esperança, Riane Eisler vai mais longe: segundo a sua teoria da transformação cultural, os valores de parceria, solidariedade e comunhão que governavam a vida do Neolítico não se perderam com as posteriores invasões de povos guerreiros, mas periodicamente reapareceram durante as crises cíclicas em que entrou o actual sistema hierárquico e dominador. A história de facto apresenta épocas em que valores progressistas e solidários afirmaram-se sobre épocas caracterizadas pelo medo e a força.
O cálice e a espada lembra-nos que o tipo de mundo em que vivemos e o nosso futuro não está escrito, e somos nós a decidi-lo.
Video da semana: Consuming kids
As crianças e os adolescentes, com o crescente bem-estar da sociedade Ocidental, tornaram-se cada vez mais objecto das atenções das Corporações. O documentário Consuming kids alerta sobre os danos que este bombardeio mediático pode, e talvez já está a causar, nas novas gerações de crianças estadunidenses.
Se a publicidade não é algo recente, há que dizer que até aos anos 70 incentivavam de maneira muito mais ingénua as compras de produtos.
A viragem chega com a presidência de Ronald Reagan, que com a sua receita “menos governo e mais mercado” despoja de qualquer poder as autoridades destinadas a controlar os anúncios destinados aos mais novos. Começa um bombardeio mediático descontrolado que tem como alvo crianças e pré-adolescentes: se antes dessa liberalização o mercado dos produtos para crianças crescia à volta de 4% por ano, a seguir a taxa de crescimento aumentará por volta de 35% por ano.
O que vem a seguir é historia recente, e não só nos Estados Unidos. Toda a oferta televisiva para crianças torna-se num grande recipiente de anúncios ocultos, e as crianças tornam-se cada vez mais protagonistas dos anúncios, até de produtos não directamente conectados com a infância e a adolescência (por exemplo, carros, férias, etc.), já que as corporações há muito tempo que entenderam a capacidade das crianças para influir sobre os consumos dos pais.
Mas nos últimos dez anos entramos numa nova fase das modalidades publicitárias, uma fase que podemos definir quase ideológica: as corporações já não estão interessadas em vender produtos, mas sim em vender um modelo de vida. Consuming kids mostra-nos pedaços assustadores do quotidiano televisivo nos Estados Unidos. Além da maneira preocupante com que se propõem modelos culturais violentos e sexistas, as mensagens que transmitem é que somos o que possuímos, as nossas roupas e os nossos objectos criam a nossa identidade, mas sobretudo a nossa felicidade.
Consuming kids põe em destaque o lado patológicamente perverso das actuais Corporações e a maneira em que se está tentando transformar desde os primeiros anos de vida, crianças em consumidores.
*Disponivel na videoteca da horta com legendas em português
Relatorio Educação Ambiental no Centro Social Paroquial de São Nicolau
No dia 21 de Julho a Casa da Horta deslocou-se ao Centro Social Paroquial de São Nicolau para falar sobre Ambiente.
De Manhã fizemos uma sessão com 8 crianças que participam nas actividades do Centro. Falamos sobre a Casa da Horta, e fizemos um jogo sobre boas e más práticas ambientais. Demos voz às crianças para elas próprias discutirem entre elas o que achavam ser melhor ou pior para o ambiente. Os membros da Casa da Horta também participaram na discussão mostrando os seus pontos de vista.
Na parte da Tarde foi feita uma sessão também sobre Educação Ambiental com à volta de 2 dezenas de adultos. Fizemos dinâmicas para nos conhecermos melhor e introduzimos a Casa da Horta, depois tivemos uma conversa sobre práticas ambientais, onde também se falou um pouco sobre que forma o modelo económico e social está ligado ao ambiente dando uma visão mais alargada do ambiente nomeadamente numa vertente de ecologia social.
Foram 2 sessões interessantes, esperemos que se repitam e que possamos trabalhar mais em conjunto com os adultos e as crianças, agradecemos à equipa do Centro Social por esta oportunidade.
Precisam-se de voluntários para comunidade na Eslováquia
Também através do Serviço Voluntário Europeu * , quem gosta de projectos ambientais e para quem gostaria de experimentar viver no meio rural e em comunidade, ora está aqui um bom proejecto.
É uma comunidade na Eslováquia que está à procura de um voluntário para começar em Dezembro / Janeiro 2011 e de 2 voluntários para começarem em Março / Abril 2011. Ambos para projectos de 12 meses.
Quem quiser concorrer para começar em Dezembro/ Janeiro tem de enviar agora CV e carta de motivação.
Quem só estiver interessado em começar Março / Abril, então pode enviar só no final do ano.
Enviem as vossas candidaturas para: info@zajezka.sk
Para saberem mais sobre o projecto:
http://ec.europa.eu/youth/evs/aod/hei_form_en.cfm?EID=68000201401
http://www.zajezka.sk/ENosekieri.htm (o resto do site também, mas especialmente esta parte)
P.S. Não te esqueças de na candidatura anexar informação sobre a tua associação de envio: Casa da Horta, Rua São Francisco nº 12 A; pessoa de contacto: Diana Dias, sve.casadahorta@pegada.net; EI REF: 2009-PT-14.
* COMO FUNCIONA O SERVIÇO VOLUNTÁRIO EUROPEU?
O Serviço Voluntário Europeu (SVE) é um programa de voluntariado inserido no Programa Juventude em Acção 2007-2013, dirigido aos jovens entre os 18 e os 30 anos que permite levar a cabo um serviço de voluntariado com duração máxima de 12 meses num país diferente do seu de residência.
Relativamente às actividades desenvolvidas em países europeus há uma base de dados de projectos que foram previamente aprovados pelas respectivas agências nacionais do Programa Juventude em Acção.
COMO JOVEM VOLUNTÁRI@ TENS DIREITO A:
Viagem internacional ida e volta (90%)
Alojamento
Alimentação
Dinheiro de bolso (cerca de 100€/mês, varia conforme o país de acolhimento)
Formação linguística
Seguro
*ATENÇÃO: *só podemos enviar voluntários que residam em Portugal.
A Casa da Horta enquanto associação de envio de voluntários pode ajudar-vos a encontrarem um projecto. Temos também mailling-list de divulgação de oportunidades SVE, para terem conhecimento de vagas que surgem. Se quiserem estar inscritos é só fazerem o pedido para sve.casadahorta@pegada.net
Relatorio: Workshop serigrafia
No dia 10 de Julho, na Casa da Horta, com cerca de 10 pessoas, das 15h às 19h, aconteceu o workshop de Serigrafia com o João Buga.
A Serigrafia é um processo de impressão no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo, através de uma tela preparada. A tela, normalmente de seda, náilon ou poliéster, é esticada em um bastidor de madeira, alumínio ou aço. A “gravação” da tela se dá pelo processo de fotosensibilidade, onde a matriz preparada com uma emulsão fotosensível é colocada sobre um fotolito, sendo este conjunto matriz+fotolito colocados por sua vez sobre uma mesa de luz. Os pontos escuros do fotolito correspondem aos locais que ficarão vazados na tela, permitindo a passagem da tinta pela trama do tecido, e os pontos claros (onde a luz passará pelo fotolito atingindo a emulsão) são impermeabilizados pelo endurecimento da emulsão fotosensível que foi exposta a luz.
Durante este workshop nós aprendemos a fazer serigrafia em t-shirts, mas foi também utilizada a impressão em vários tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, etc.)
Todos nós trouxemos uma ou duas t-shirt lisas e nós, os voluntários da Casa da Horta, fizemos todos os possíveis para encontrar t-shirts fabricadas em Portugal.
A serigrafia pode ser uma boa alternativa para fazer as suas próprias t-shirts com algum design ou mensagem própria evitando assim comprar t-shirts que são importados por exemplo da China ou da Índia e onde os trabalhadores geralmente são explorados.
No fim do workshop todos nos tínhamos novas t-shirts é todos ficamos muito felizes com esta experiência.”
Mathieu – voluntário SVE francês na Casa da Horta
Alessandro, o Hortelão da Sardenha na Casa da Horta
O Alessandro, Ale para os amigos, é o terceiro voluntário da Casa da Horta. Já está a “hortelar” há cerca de 3 meses mas, tímido como é, só agora nos enviou a sua apresentação. Mal chegou, e mal ainda teve tempo de se ambientar plenamente, pôs logo mãos à obra para organizar a nossa Biblioteca e criar um eficiente sistema de requisição e empréstimo de livros e filmes. Por isso para nossa alegria, e do Ale, há que requisitar todas estas obras magníficas que temos aos dispôr d@s associad@s.
Se passarem pela Horta não deixem de conhecer o Ale e ouvir algumas das fascinantes estórias que tem para contar das suas viagens pela mundo e, também, da sua experiência portuguesa.
Para já gravado na memória ficará certamente uma das suas mais conhecidas expressões:
“Sono Bellissime”, que expressa bem o quanto gosta do nosso país e da nossa comida ;O)
Mas sem mais demoras, aqui fica a apresentação pelo próprio:
“Chamo-me Alessandro, tenho 29 anos e sou italiano. Venho da Sardenha, uma ilha no Mediterraneo.
Tive a oportunidade de conhecer a Casa da Horta quase por casualidade há um ano durante uma viagem, e apaixonei-me de imediato com a ideia, com o espaço e com as pessoas que trabalhavam aí.
Na minha cidade faço parte de um colectivo eco-animalista que tem muitas actividades parecidas com as da Casa da Horta, e de facto com alguns amigos tinhamos e ainda temos a ideia de criar um espaço como este.
Acabei o meu doutoramento em literatura latino-americana em Abril passado. Decidí tirar um ano de pausa e consegui obter uma bolsa de estudo para passar 12 meses em Portugal para trabalhar com a Diana, a Inês, o Pedro, PJP, sem esquecer O Mathieu e a Veronka. De facto já há três meses que estou em Portugal e até agora a experiência é mais que positiva. Oxalá seja assim também para o pessoal da Casa da horta!”
Agora a Versão II – a não oficial
O Alessandro é um importante membro da mafia Sardenhesa que se encontra em Portugal para desenvolver e implementar diversas actividades criminosas no nosso país. Encontra-se a instalar, com sucesso, uma célula desta poderosa organização no Porto, através da Casa da Horta.
Tem uma larga experiência em diversas actividades criminosas, sendo especialista em raptos tendo em vista a exigência de resgates. Por isso se tiver alguém que odeie especialmente não deixe de requisitar os seus préstimos.
Universidade Vegetariana de Verão 010
Universidade Vegetariana de Verão 010
Casa da Horta – Porto
Curso de Introdução à Alimentação Vegetariana Natural
1ª Edição – 4, 5 e 6 de Agosto, às 18h30
2ª Edição – 11, 12 e 13 de Agosto, às 18h30
Contribuição: 60,00 €
Universidade Vegetariana de Verão 010, porquê?
Somos aquilo que comemos. Sendo a alimentação tão preponderante naquilo que somos e fazemos porque é que, tantas vezes, praticamos uma alimentação tão insconciente e descuidada? Não acaba por ser inevitável o surgimento de tantos problemas de saúde associados ao nosso estilo de vida e à alimentação insconciente?
Ao longo da história, e ao contrário do mito que vai prevalecendo de que o Homem é essencialmente omnívoro, diversas civilizações e algumas figuras particularmente proeminentes da história da humanidade praticavam e praticam, por diversas razões, uma alimentação essencialmente vegetariana (Leonardo da Vinci, Platão, Sócrates, Henry David Thoreau, entre outros).
Ainda que vivendo numa sociedade onde o consumo de carne é comum e predominante, o vegetarianismo por motivos de ordem ética, ecológica, religiosa e espiritual encontra-se cada vez mais difundido, estando também implícito em novos paradigmas de aproximação da humanidade à Natureza.
(…)
Por outro lado, mesmo sendo uma alimentação à partida bastante mais saudável (isenta por exemplo de hormonas e outras substâncias que se acumulam nos próprios animais sacrificados para consumo) por vezes o próprio vegetarianismo é também praticado de forma bastante insconciente e pouco equilibrada, não seguindo os princípios de uma alimentação verdadeiramente natural.
A Universidade Vegetariana de Verão 010 é uma óptima oportunidade para investir em algo tão importante como a alimentação. Aprender a cozinhar e comer de forma consciente, equilibrada e ecológica. Aprender também alguns dos fundamentos e alimentos mais importantes na alimentação vegetariana natural – nomeadamente em termos de equilíbrio nutricional – de forma simples, prática, acessível e com todo o gosto!
Toda a informação e inscrições em:
http://segredosdahorta.blogspot.com/2010/07/universidade-vegetariana-de-verao-010.html
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