Jantar Russo
Sábado, dia 21 de Janeiro, a partir das 20h
Entrada: Salada Russa em sestinhos
Sopa: Sopa de baterraba a moda Russa 1.50
Prato: Pelmeni (ríssois pequenos) encheiados com batata, cogumelos e cebola frita 6.00
Sobremesa: Maças assadas 1.50
Menu total: 8 hortinhas
Salada Russa em sestinhos
Fácil de preparar, pois sua receita atual combina basicamente legumes cozidos, sobretudo batata, cenoura fresca e ervilha em conserva, às vezes pepino em vinagre, temperada com abundante maionese e se harmonizando com facilidade aos demais pratos da refeição, a salada russa faz jus ao nome. Surgiu em Moscou, aparentemente no ano de 1860, criada por Lucien Olivier (1838-1883), um chef de ascendência belga e formação francesa, coproprietário do prestigiado restaurante Hermitage, que funcionava no centro da cidade. Apesar de conhecida internacionalmente por russa, sua designação pode mudar. Na terra natal também a chamam de salada Olivier, à polonesa e stolichny (algo como capital). Na Alemanha, tornou-se à italiana; Em Portugal -salada Russa; Na Espanha, é tão difundida que até virou tapa, ou seja, ingressou no apetitoso elenco nacional de tira-gostos. Pode ser encontrada inclusive nos supermercados, dentro de embalagem plástica, pronta para cozimento rápido. Nesse caso, peca pelo sabor industrial. Como incontáveis pratos da boa cozinha, a melhor salada russa é a que se faz instantes antes de consumir. Por que tantas variações? A culpa pode ter sido de seu autor. Enquanto viveu, ele manteve secreta a fórmula da salada.
Sopa de baterraba a moda Russa
O borschou borche, também grafado como borshtché uma sopa tradicional em diversos países do Leste Europeu como a Ucrânia, Polónia, Rússia, Roménia, Letónia e etnre outros.
A sopa é normalmente preparada com baterraba que lhe dá um forte coloração vermelha. Outros ingredientes costumeiros são o repolho, cenoura, pepino, batata, cebola, tomate, cogumelo, as vezes feijão. As duas variantes principais do borsch, no entato, são conhecidas genericamente como borsch quente e borsch frio.
A origem do pelmeni não é clara e existem várias versões. A mais aceite afirma que a receita foi descoberta nos Urais por exploradores russos, que observaram que a população local usava um prato semelhante (chamado “pelnian”, literalmente “orelha de urso”, na língua local), que consistia em pedaços de carne envolvida num pão muito fino. Em consequência, mais a oeste, na Polónia, o pelmeni é conhecido como “uszka”, que também significa orelhas. Outra teoria indica que o pelmeni foi inventado por caçadores, que precisavam de uma comida leve, fácil de fazer e nutritiva, para levarem com eles em caçadas longas (pode ser mantido congelado por muito tempo, sem perder qualidade e sabor, e a água da cozedura faz uma boa sopa). Existe ainda uma teoria defendendo que a sua origem não se encontra na Rússia, mas na China, explicando a utilização da pimenta, que não é nativa da Rússia e teria que ser importada. De qualquer forma, existem documentos que provam a existência de pelmeni na Rússia já no século XVI. Na Casa da Horta vamos experimentar uma versão vegan deste prato.
Maças assadas













