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Vagas em Roma, trabalho com crianças e jovens

piccoli passiOrganização Piccoli Passi está a procura de 2 vountárias (desculpem rapazes..) para trabalhar em casa-abrigo para crianças e jovens em Roma.
Aqui podes ver a descrição da organização: PICCOLI PASSI description.1

Início: Outubro 2013
Duração: 9 meses

Se estás interessada, envia o teu CV e a carta de motivação para sve.casadahorta@pegada.net até 18 de Abril (assunto: SVE Piccoli Passi).

Concerto: just passing by…

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No Próximo Sábado, dia 30 de Março na Casa da Horta:
uma pequena mostra de música post-tradicional da Letónia.

O projeto sob o nome “Join the band” começou na Casa da Horta no início deste ano. Algumas poucas pessoas iam e vinham, mas o projecto terminou com três membros mais ou menos permanentes: Toms, Elina e Aija. De certeza que eles vão tocar no concerto, mas também é possível que outras pessoas irão tocar.

Convida os teus amigos e passa pela Casa da Horta!
Entrada livre!

D.I.Y SERIGRAFIA

PrintO projeto D.I.Y de serigrafia, com t-shirts em segunda mão foi desenvolvido pontualmente na Casa da Horta. Atualmente estamos a procurar outro espaço alternativo para continuarmos a oficina e pessoas criativas (artistas radicais) interessadas em participar.
O objectivo deste projeto é principalmente, olhar através do prisma artístico  para os assuntos políticos e refletir acerca da nossa preocupação sobre a ordem social estabelecida e as suas estruturas como a autoridade, a opressão animal e humana, etc.
Acreditamos que a arte pode e deve levar uma mensagem política – é um dos instrumentos para a resistência criativa, expressão e disseminação de informações. A arte é subversiva quando entra em contradição e questiona os valores e princípios do nosso sistema.
A arte não deve ser trancada nos museus e nas salas de exposição. Fazendo parte da nossa vida quotidiana a arte convida-nos a participar em exposições nas ruas, nos espaços de nossa vida quotidiana, nas nossas ações diárias e ativismo.
Entretanto, hierarquia e etiquetagem na indústria de arte devem ser diminuídas para criarmos fontes e ferramentas abertas para as pessoas desenvolverem as suas próprias potências artísticas.
O espaço público é um espaço político, em que estás além de suas palavras ou com uma mensagem inserida no teu corpo. A forma de vestir pode transmitir uma mensagem social, embora nós tentemos evita-lo e ate desconstruí-lo. Como é difícil fazê-lo então vamos tentar inverter esta situação e exprimir a nossa opinião, solidariedade ou raiva através da mensagem no nosso corpo.
Neste momento na Casa da Horta temos desenvolvido as seguintes  mensagens :

howe“However we dress, Wherever we go, Yes means yes, No means no!” 

 

 

 

tshirt CASA DA HORTA ”Casa da Horta – Associação Cultural” – A ilustração representa a diversidade existente no coletivo, constituído por várias culturas, identidades, idades e origens, mas ficando sob a árvore o princípio fundamental, com diferentes orientações e onde todos trabalham para o mesmo objetivo.

 

 

mis“Somos tod@s zapatistas!” – Em relaçao zapatistas, gostaríamos de expressar a nossa solidariedade com todas as resistências antiautoritárias e desobediência civil em todo o mundo. 

 

 

 

bullfight1“Stop bullfight” ou “He is very happy” – a ilustração adotada do livro para crianças “The story of Ferdinand” (1936) do autor M. Leaf, que toma posição contra as touradas.

 

 

 

b

“We don’t want a cake, we want a whole fucking bakery” - Expressa o objetivo de autogestão, reclamando os meios de produção para as tuas próprias mãos.

 

 

 

ede

 

“Caga na Praxe” - apela a ações diretas contra uma tradição opressora e patriarcal dos estudantes universitários em Portugal – a “Praxe”

 

 

Para apoiar o projeto basta comprar uma peça. Visita a Casa Da Horta e escolhe a tua peça por 5 – 8 eur!

BIBLIOTECA LIVRE

Print
Pretendemos encorajar a autodefesa intelectual e a resistência criativa através da criação de um acesso livre ao pensamento crítico, à informação “difícil-de-encontrar” e à literatura. Criámos assim uma pequena biblioteca, com uma coleção de livros radicais e alternativos, fanzines, revistas e jornais, especializada em política radical, ambientalismo, modos de vida alternativos, construção de comunidades, política de género, cultura alternativa/counter-culture, ativismo, animal-free, cozinha vegetariana, vegana e macrobiótica, solidariedade  internacional, etc. Temos também  uma seção de ficção, livros de leitura gerais, dicionários, gravuras, CDs e alguns livros para crianças. Na nossa biblioteca encontras também alguns instrumentos musicais, como uma “melódica”, guitarra, bateria, flauta, etc. e alguns jogos intelectuais.
Há várias centenas de itens disponíveis para empréstimo gratuito.
Se estiveres interessado(a) em doar livros (contacta-nos), aqueles com abordagem libertária/alternativa/ativista são especialmente bem-vindos.
Para conheceres a nossa lista de livros, vai AQUI
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We would like to engage intellectual self-defence and creative resistance, creating the access to critical thinking, hard-to-find information and literature for everybody. We maintain little library, with radical and alternative books, zines, periodicals, newspapers collection that specializes in radical politics, environmentalism, different ways of living, community building, gender politics, alternative/counter culture, activism, animal-free living, cooking international solidarity etc. We also have a fiction section, general reading books, dictionaries, prints, CD’s and some children’s books.There are several hundred items available for loan for free.There you can also find some instruments to play like “Melodica”, guitar, battery, flute, mouth harp etc. and some intellectual games to play.
If you have an interest in donating the books (contact us): ones with libertarian/alternative/activist approach are particularly welcome.
You can find our book list HERE

Ciclo de Cinema: filmes proletários

5°feira 03.01.12; 21:30h:

A Greve (Stachka)

Sergei Michailowitsch Eisenstein,

União Soviética 1925, 82 min,

mudo, legendado em inglês e russo

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Em 1924, o jovem Serguei Eisenstein, então com 26 anos, dirigiu o filme que mudaria a estética e a linguagem do Cinema Soviético, A GREVE é uma visionária experimentação de manipulação de imagem, recriando brilhantemente a greve que ocorreu em 1912 na Tsarist Rússia, num conflito entre operários e policia. A acção do filme desenrola-se dentro de uma das maiores fábricas da Rússia czarista, quando os operários decidem entrar em greve e sofrem violenta repressão por parte da direcção da fábrica. O filme é todo desenvolvido em cima da ideia da montagem de atracções. O herói do filme é colectivo, e a acção é de massas, não individual, batendo de frente com toda a tradição psicologista tanto do cinema quanto do teatro, que era apontada como a expressão mais acabada da arte burguesa, onde o indivíduo se vê desligado da colectividade.

 

5°feira 10.01.13; 21:30h:

Kuhle Wampe or: who owns the world?

(Kuhle Wampe oder: Wem gehört die Welt?)

Slatan Dudow, Alemanha 1932, 74 min,

alemão, legendado em inglês

 

O filme retrata uma família da classe trabalhadora em Berlim no ano 1931, nos tempos em que a sobrevivência era difícil, com desemprego enorme no despertar da Grande Depressão. Depois o irmão de Anni suicida-se em desespero, a família dela vê-se forçada a mudar para Kuhle Wampe, um acampamento perto dum lago nos arredores de Berlim, agora casa para muitos desempregados. Quando a relação de Anni com Franz acaba, ela decide mudar-se para Berlim e envolve-se nos movimentos juvenis de trabalhadores.

 

5°feira 17.01.13; 21:30h:

 O Pão Nosso de Cada Dia (Our Daily Bread)
King Vidor,

US 1934, 80 min, inglês

Our-Daily-Bread
Filme da altura da Grande Depressão sobre trabalhadores desempregados em êxodo rural que criaram o seu colectivo agrícola – de facto uma comunidade socialista.

John e Mary são habitantes urbanos atingidos fortemente pelo punho financeiro da Depressão. Impulsionados pela sua bravura (e puro desespero ) fugiram para o campo e, com a ajuda de outros trabalhadores criaram a sua comunidade agrícola – uma mini-sociedade socialista com base nos ensinamentos de Edward Gallafent. A recém nascida comunidade sofre muitas dificuldades – seca, terríveis guaxinins e o longo braço da lei – mas por fim conseguem criar a sua utopia.

 

5°feira 24.01.13; 21:30h:

Felicidade (Schastye)

Aleksandr Medvedkin, União Soviética 1935, 95 min,

mudo, legendado em francês e inglês

Happiness_Poster

 

“Schastye”, de Aleksandr Medvedkin, filme mudo que funciona como uma parábola cómica, composta tanto por semelhanças com Tex Avery como de Luis Buñuel. Satiriza a situação de um agricultor na antiga união soviética que se encontra a fornecer comida para o Estado, para a Igreja, e para os seus pares, em detrimento da sua satisfação pessoal. O infeliz Khmyr é encarregado pela sua esposa de sair para o mundo e encontrar a felicidade, para que não acabe morto e infeliz depois de uma vida inteira de labuta, como aconteceu com o seu pai. Através do exagero estilístico e um ataque sistemático às instituições pré e pós-Revolução Russa, o filme alcança uma ampla ferida e ataca as limitações impostas à liberdade pessoal na sociedade russa.
A sátira de Medvedkin deixa algumas metas para trás. Normalmente, a crítica vem através de situações visuais absurdas. Um czar provoca um trabalhador com fome com uma chave de grandes dimensões do seu armazém. Um batalhão de militares usam máscaras, roubando qualquer individualidade. Um cavalo entra em greve. Um padre pára a meio caminho num funeral para pedir aos enlutados o pagamento. Entre os camponeses, ganância e disputas internas são constantes, minando qualquer esperança do direito à solidariedade. Mesmo a morte é gozada neste filme.
“Felicidade” é o equivalente cinematográfico a uma caricatura política mordaz. A abordagem de Medvedkin exagera a inutilidade da luta do cidadão soviético. Através do uso de adereços gigantes, de caricaturas de figuras da autoridade, concebe uma série de imagens potentes que certamente teriam mais peso com o público soviético. A maior revolta em Felicidade é encenada como uma luta de comida. Esta obra é menos indigesta e mais escandalosa do que o resto do cinema mudo soviético, mas é o cinema político no seu melhor, e do mais divertido.

5°feira 31.01.13; 21:30h:

Ladrões de Bicicletas (Ladri di Biciclette)

Vittorio De Sica, Itália 1948 italiano, legendado em português

O filme se passa na Itália durante o período pós-guerra, sendo um dos exemplos do neo-realismo italiano. Foi um dos primeiros longas-metragens a vencer o Óscar de melhor filme estrangeiro, que na época ainda não era uma categoria própria.

O filme apresenta a situação de muitos italianos que, depois da guerra, estavam desempregados. Antonio Ricci (Lamberto Maggiorani) é um deles, até o dia em que consegue um emprego como colocador de cartazes. Entretanto, para conseguir o trabalho, precisava de uma bicicleta, o que o fez penhorar objectos de casa para conseguir adquirir uma. A trama se desenrola a partir do dia em que é sua bicicleta é roubada e, junto com seu filho Bruno (Enzo Staiola), ele a procura por toda Roma. O drama é capaz de transportar o espectador para a situação vivida por Ricci de maneira tão forte que os sofrimentos são reflectidos em quem assiste.

Um dos filmes mais premiados até então, com seu elenco formado actores não profissionais.

Hackathon tradução guifi.net

Este Domingo, 16 de Dezembro a partir das 15 horas na Casa da Horta estaremos em comunidade a traduzir o site guifi.net (documentação técnica, pormenores legais etcetc) para português. Parte da interface e dos módulos já estão feitos…agora falta um empurrão final para acabarmos a tradução até ao final do ano :-) Não precisas de conhecimentos especiais para isto. Só saber português e trazer o teu portátil. Depois explicaremos como fazer a importação online do que foi traduzido offline. Bolos para acompanhar o trabalho (contribuição a guifi), comunidade e dinâmica colaborativa. Que mais se pode pedir?

Ciclo de Cinema: 2 sessão – 13 de Dezembro : “Hóspedes da Noite”

CICLO DE CINEMA “AS COMUNIDADES ACIDENTAIS” apresenta:

57 min, 2007 (de Moçambique)

“Hóspedes da Noite” é um documentário sobre o hotel ocupado por cerca das 3500 pessoas que faz o maior edifício ocupado no mundo. Na era colonial, o Grande Hotel da cidade da Beira era o maior de Moçambique: 350 quartos, 110 suites luxuosas em 12 metros quadrados, piscina olímpica…A festejada inauguração do Grande Hotel da Beira, a segunda maior cidade de Moçambique, em 1954, trazia o título “O Orgulho da África”. Mas o Grande Hotel não teve muito sucesso comercial e foi abandonado pelos donos. Com a guerra civil moçambicana o empreendimento realmente entrou em decadência. O prédio foi esvaziado e veio a servir de abrigo para refugiados.
Actualmente o prédio está em ruínas, sem electricidade e sem água canalizada, e é ocupado e habitado por pessoas que não tem outra opção. Algumas vivem lá há vinte anos. Os quartos, os corredores, as cozinhas, e até as arcas frigoríficas e as casas de banho, servem de casa. Mas não há sombra de tristeza ou vergonha neste documentário luminoso.

trailer: clique aqui 
mais informação sobre o Grande Hotel: clique aqui

*filme em português, macua e sena com subtítulos em português
*movie in portuguese,macua e sena languages with portuguese subtitles

Aparece e divulga!

ENCONTRO DE ENTUSIASTAS E FÃS DO UKULELE

CLUBE DA PULGA SALTITANTE APRESENTA:

Encontro de entusiastas e fãs do do ukulele, Vem partilhar conhecimentos neste convívio!  Quarta, dia 19 de Dezembro às 22:00h.

Este clube pretende reunir pessoas com um ponto em comum, o Ukulele e tem como objectivo fazer encontros com tocadores e futuros tocadores como forma de partilha de conhecimentos deste instrumento musical. Também é seu objectivo a divulgação do instrumento.

 

http://www.facebook.com/clubedapulgasaltitante.pt

Na Casa da Horta.

Concerto e jantar especial “Cachupa psicadelica ao vivo”, Sábado, 8 de Dezembro, às 20h

Já amanhã, dia 8 de Dezembro na Casa da Horta, o Lulas traz-nos música das entranhas de Cabo-Verde, nação cultural. Para o acompanhar há Jantar Especial de Cachupa , a partir das 20h. Aparece para ouvir, beber, comer!

 

Entrada: Baba ganoush (Patê de beringela) 1,00

Sopa: Batata doce 1,50

Prato: Cachupa vegana 6,00

Sobremesa: Tarte de tofu e kiwi 1,50

Menu Total: 9 EUR 

 

Aparece e divulga ;)

Ciclo de Cinema: 1 sessão – 6 de Dezembro : “Ilha da Cova da Moura”

CICLO DE CINEMA “AS COMUNIDADES ACIDENTAIS” apresenta:

81 m. (2010)

Ilha da Cova da Moura é um documentário que retrata aspectos da vida dos habitantes do bairro periférico da cidade da Amadora, perto de Lisboa, a Cova da Moura, em grande parte habitado por imigrantes de Cabo Verde. Na área da Grande Lisboa, o nome Cova da Moura nunca foi sinónimo de bem-estar, educação ou prosperidade. Pelo contrário, esteve sempre associado à ideia de violência, insegurança, perigo, ou, na melhor das hipóteses, de falta de instrução ou simplesmente pobreza. O documentário não pretende apenas procurar o outro lado do bairro e fazer um retrato positivo da sua comunidade. O objectivo deste projeto não é o de apagar uma série de ideias feitas mas procurar as causas e efeitos desses preconceitos. Assim, o realizador seguiu o quotidiano deste bairro, descobrindo nele reflexos de Cabo Verde e procurando os modos como a exclusão social se combate ou perpetua nas vidas dos seus moradores. No final, a ideia que fica é a de que os seis mil habitantes do bairro vivem no melhor dos dois mundos. Vive-se um Cabo Verde recriado nas ruas, nas festas, bailes de funaná, festas de Colá Sanjon, almoços com cachupa, casamentos, nascimentos, mortes, funerais. E depois, cedo pela manhã, atravessa-se a estrada e apanha-se o autocarro para um outro mundo:  o do trabalho, nas limpezas, na construção civil, nos supermercados, na Lisboa bem portuguesa.
É uma viagem ao coração de um bairro que fala pela sua própria voz. O filme poderá contribuir para esbater a opinião veiculada de ser o Alto da Cova da Moura um dos bairros mais violentos e complicados da capital portuguesa.


*Agradecimentos especiais à Real Ficção e ao realizador!

 trailerclique aqui

Aparece!